terça-feira

Um exercício para não repetir em casa

Agachamento bizarro, criado pela triplista Hanna Knyazyeva-Minenko, é uma variação que parece perigosa até para quem já domina muito bem o movimento

No ano que vem, completo 18 anos de corrida, o que pode ser muito para alguns e pouco para outros tantos. De qualquer forma, nesse período já deu para eu ver bastante coisa: estranhas, curiosas, surpreendentes, ridículas, emocionantes, rocambolescas, pastorais.
Também já passei por vários tipos de treinamento. Preparação de base, força, postura, biomecânica. Para mim, o melhor é o que estou fazendo agora.
No passado, imagino, aprovava tudo o que o treinador mandava – ou quase tudo, porque sempre tive um problema com autoridade, contestava, queria saber por quê.
Os exercícios de força sempre foram os mais estranhos.

Tinha um que a gente chamava de “sapo”, que era uma combinação de saltos com agachamento. Você salta e, ao pousar no chão, chega agachado, supostamente imitando o movimento que o verdoso animal realiza com graça e elegância –duas características que nunca puderam ser vinculadas à minha pessoa.
Outro que eu considerava curioso era a “caminhada com a bola”, que nem era bem caminhada nem era com a bola. A gente usava uma tal de medicine ball, que é dessas bolas pesadas: parado, atirava a bola para o alto e para a frente.

Dava um passo (ou dois passos), pegava a bola no chão, trazia a mardita à altura do peito e dá-lhe a jogar a bola de novo, caminhar de novo, abaixar, novamente pegar a bola, atirar a dita para cima e depois repetir tudo de novo.

Professores criativos aproveitavam o ambiente para infernizar a musculatura de nós, outros aspirantes a corredores. Numa área em que havia arquibancadas, no início da década passada, eu fazia minutos sem fim (que pareciam horas de tortura demente) de uma variante do já citado “sapo”.
Agora, porém, o pulo era basicamente para o alto e pouca coisa para a frente. Como falei em arquibancadas no parágrafo anterior, provavelmente você já se ligou: a gente tinha de saltar e chegar agachado um degrau acima, dois degraus acima, três degraus acima -esse foi o meu máximo, mal e porcamente, mas tinha gente que pulava quatro degraus assobiando e nem suava.

Estou contando tudo isso para revelar que, nos meus mergulhos pela internet dos esportes, descobri um exercício de força ainda mais estranho, pitoresco. É o tipo de coisa a qual a palavra “único” se adapta com perfeição.
Não só único, com também exclusivo; portanto, admire-se, se for o caso, mas não tente repetir essas coisas em casa.
Estou falando de treino praticado por uma triplista de elite internacional, com duas Olimpíadas nas costas. Moça gabaritada, portanto, ainda que não seja dona de cobiçada medalha olímpica.

Pois a nossa amiga Hanna Knyazyeva-Minenko, nascida na Ucrânia em 1989 e hoje representando em competições internacionais o estado de Israel, nunca está satisfeita com a exigência do treino que lhe é imposto.

Vai daí que procura sempre dificultar cada exercício, aumentar peso, multiplicar intensidade. Afinal, ela precisa se preparar não apenas para o salto triplo como também para o salto em distância, as duas modalidades em que compete internacionalmente.

Pois num belo dia, a moça, que tem 1,79 m e pesa 67 kg, estava lá fazendo seu agachamento, carregando peso, aquela coisa toda, quando subitamente lhe veio uma ideia, uma brincadeira… Aquela coisa, a moça resolveu perguntar: “Que tal se eu…”

Foi do pensamento ao ato, com a devida autorização de seu treinador.

Chamou o marido, que é decatleta e treinava com ela naquele dia, e mandou que o mancebo, que tem por nome Anatoly, trepasse nas suas costas.
E assim, com os dois juntinhos como um só corpo, a jovem Hanna começou a fazer seu agachamento.
“Meu treinador falou que essa era a melhor maneira de fazer agachamento, pois os dois corpos podem se mover em paralelo. Na primeira vez em que tentei, fiquei um pouco assustada, mas consegui fazer os movimentos com meu marido nas costas e agora faço o exercício facilmente”.
O nosso amigo Anatoly pesa 90 kg, e Hanna afirma em entrevista à imprensa especializada que nunca deixou o amado levar um tombo. Garante também que consegue fazer 15 repetições com o maridão nas costas.

Tem gosto para tudo, não é?

Fonte: Rodolfo Lucena, blogueiro no Ativo.com.

Fonte:

http://www.educacaofisica.com.br/fitness2/um-exercicio-para-nao-repetir-em-casa/

segunda-feira

Circuito funcional de 30 minutos para queimar calorias

Aprenda a fazer um circuito funcional rápido e prático para fortalecer o corpo e queimar gordura

Se você não gosta de ficar horas na academia malhando ou tem pouco tempo para isso, a saída é investir em pequenas séries de circuito funcional que fortaleçam o corpo e ainda ajudem a queimar muitas calorias. Práticos e rápidos, esses treinos não exigem que você tenha muitos equipamentos, permitindo serem feitos até mesmo em casa.
Ao intercalar exercícios cardiovasculares com exercícios de força, é possível criar os mais variados treinos. Além disso, é possível realizar séries que trabalhem o corpo de maneira completa (membros inferiores, superiores e core) ou focar em treinos específicos de acordo com o seu objetivo.
Segundo Diego Matos Bellotti, professor da aula Burn HIIT Zone, na Bio Ritmo, para que o circuito funcional surta efeito, é preciso que os exercícios sejam realizados em máxima intensidade e por um curto período de tempo.
“Dessa forma, o aluno vai acabar com o seu estoque de glicogênio, que será reposto por meio da queima de gordura durante o descanso. Existem estudos que afirmam que esse processo pode durar até 32 horas, ou seja, a pessoa vai continuar queimando gordura por muito tempo depois da atividade física”, explica.
Veja abaixo um modelo de circuito funcional com duração total de 30 minutos. O treino é dividido em 4 séries de 4 exercícios cada. Todos os exercícios devem ser feitos em intensidade máxima no tempo de duração de 40 segundos. Antes de iniciar, recomenda-se fazer um aquecimento leve.

Série 1

Bicicleta ergométrica
Tríceps no banco
Polichinelo
Agachamento com halteres

Série 2

Bicicleta ergométrica
Abdominal completo
Polichinelo
Desenvolvimento de ombro com halteres

Série 3

Bicicleta ergométrica
Levantar e sentar do banco usando apenas uma perna
Polichinelo
Remada com halteres
Descanso de 1min30

Série 4

Bicicleta ergométrica
Salto do chão para o step
Polichinelo
Afundo com halteres

Série 5

Bicicleta ergométrica
Flexão de braços
Polichinelo
Prancha

Dica: Se quiser intensificar ainda mais o circuito funcional, substitua o polichinelo por um exercício de nível avançado, como o burpee.

Matéria publicada pelo Ativo.com

Fonte:
http://www.educacaofisica.com.br/fitness2/treinamento-funcional2/circuito-funcional-de-30-minutos-para-queimar-calorias/

Conheça os benefícios do treinamento funcional para entrar em forma

Exercício acaba com monotonia dos treinos e trabalha o corpo de maneira completa

POR MANUELA PAGAN

O nome já diz tudo: "treinamento funcional é como são chamados os exercícios que treinam o corpo para as funções que ele foi originalmente destinado a realizar como andar, correr e outras tarefas do dia a dia", explica o educador físico Marco Rodrigo Vieira, da academia Cia. Athletica. Em alguns movimentos o esforço fica por conta do peso do próprio corpo - que serve de resistência aos exercícios -, em outros, acessórios como a bola suíça, as faixas elásticas e o minitrampolim podem assumir o mesmo papel.

O treinamento funcional agrega o trabalho de diferentes habilidades em um único exercício. Por exemplo: é possível trabalhar a força, o equilíbrio e a flexibilidade de uma vez só. Para iniciar não é necessário já ser adepto de atividades físicas, qualquer um pode praticar- desde que tenha aval médico. Empolgado para começar? Então confira todos os benefícios que o treinamento funcional pode proporcionar ao seu corpo e mãos à obra.

Músculos fortes de uma vez só

Dentre os diversos benefícios do treinamento funcional, o fortalecimento muscular é o que está conquistando cada vez mais adeptos. O exercício deixa o corpo definido e tonificado por completo , sem, necessariamente, depender de exercícios específicos para o bumbum ou a barriga. "Em comparação com a musculação, o treinamento funcional ativa mais fibras musculares, as fibras estabilizadoras", explica o educador físico Mauro Yoshida. "O resultado é que seu corpo estará preparado para qualquer movimento diferente dos guiados pela máquina".

Marco Rodrigo conta que os resultados em termos de fortalecimento muscular podem ser iguais aos da musculação, depende das estratégias de exercícios a serem usadas, dos métodos e forma de aplicação. "O treinamento funcional é montado, respeitando os objetivos de cada praticante". Se o aluno deseja trabalhar, principalmente os músculos do bumbum e da perna, por exemplo, o treino será focado nesses grupos musculares, mas mesmo assim outros músculos serão exigidos com os exercícios aplicados, por consequência, o corpo como um todo será beneficiado. Já na musculação os grupos musculares são trabalhados isoladamente.

Melhora a postura

Você anda curvado ou tem dificuldade em manter uma postura ereta enquanto trabalha? O treinamento funcional, além de fortalecer os músculos que ajudam a manter a coluna reta, ajuda no desenvolvimento da consciência corporal. "Ele cria o hábito de contrair o abdômen e alinhar quadril, ombros e pescoço, uma vez que essa postura é solicitada durante a modalidade", explica o educador físico Mauro Yoshida, de São Paulo. Mas ele faz a ressalva: "não adianta praticar uma hora de exercícios por dia alinhando o corpo e ficar outras oito horas com postura totalmente errada?. Por isso, vigie-se durante todo o dia.

Ameniza dores nas costas

"Vários estudos científicos apontam como um dos principais causadores de dores lombares e nas costas a falta de força de sustentação da região central do tronco, o core", conta Marco Rodrigo. A região do core é uma espécie de cinturão que compreende músculos das regiões lombar, pélvica e do quadril. Sua principal ação é de estabilizar o corpo de uma maneira geral. As estratégias do treinamento funcional atuam diretamente nessa área, já que tem como princípio atividades básicas, que precisam de estabilidade para serem realizadas.

Trabalha o corpo todo de uma vez só


O educador físico Sandro Borges de Oliveira, da Body Sistems, explica que a maioria dos exercícios do treinamento funcional trabalha movimentos compostos, integrando pernas e braços, uma vez que são esses que ajudam a trabalhar também a região do core. Um exemplo é o exercício de agachamento feito com uso de halteres. De quebra, você sai com braços, pernas e abdômen trabalhados.

Trabalho cardiorrespiratório


"Além de ser um ótimo exercício para fortalecer os músculos, o treinamento funcional também trabalha o sistema cardiorrespiratório uma vez que exige velocidade de execução das tarefas e alto tempo de permanência em cada posição, aumentando a frequência cardíaca de acordo com a intensidade das tarefas", explica Marco Rodrigo.

Equilíbrio e coordenação motora


Alguns exercícios específicos do treinamento funcional trabalham equilíbrio e coordenação motora. "Para isso são utilizados exercícios específicos, como um agachamento unilateral (feito com apenas uma das pernas - a outra fica apoiada atrás do joelho) para equilíbrio e deslocamentos laterais e frontais para coordenação", explica Mauro. "Gosto de utilizar alguns exercícios do circo para isso, por exemplo: malabarismos são ótimos para coordenação e percepção de espaço com tempo de reação".

Flexibilidade

flexibilidade é trabalhada no treinamento funcional, pois sempre os movimentos são sempre executados com amplitude total, fazendo com que o músculo se alongue. "Além disso, um treino funcional pode ter como objetivo principal a flexibilidade e ser feito especificamente para esse fim", conta Mauro Yoshida.

Treino mais dinâmico

Mauro Yoshida explica que as séries de exercícios não são fixas, como nas famosas fichas de treino da musculação, o que deixa o treino mais diversificado. "Trabalhar o corpo completamente, sem se limitar apenas ao fortalecimento ou ao exercício aeróbico, por exemplo, traz dinâmica ao treinamento funcional", conta Mauro Yoshida." Não fique apenas no treino, divirta-se e tenha mais prazer em suas práticas esportivas, assim não haverá desânimo ou desculpas para não se exercitar".

Fonte:

https://www.google.com.br/amp/www.minhavida.com.br/amp/fitness/galerias/16653-conheca-os-beneficios-do-treinamento-funcional-para-entrar-em-forma

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domingo

Raízes

Por Alexandre Veiga
Toda árvore frondosa tem abaixo de se uma raiz rígida e volumosa lhe sustentado...
Então a pergunta é: Qual parte da árvore você é? Se pararmos para nos avaliar-mos,
nesse instante iremos nos identificar em algumas dessas partes, mas dentre todas
elas podemos classificar a raiz como a mais importante, dela vem o sustento, a água,
as proteínas e todos os nutrientes necessários para a vida.

Então sejamos raízes fortes, que nossa vitalidade se estabeleça em todos os momentos
da nossa vida, se viermos a ser podados que não nos fira gravemente,
mas que seja útil para dar a forma necessária para a nossa beleza.

Uma ótima semana para todas e todos!


QUANDO O LUTO SE TRANSFORMA EM DOENÇA

Juliana Conte
Lidar com a perda de um ente querido não é tarefa fácil. Entretanto, o luto é um processo pelo qual – infelizmente – todas as pessoas deverão passar a fim de amenizar o sofrimento gerado pela ausência do outro. O problema ocorre quando essa fase natural se torna mais difícil que o habitual: o que os especialistas chamam de “luto complicado”.

A psicóloga Juliana Batista, do HCor (Hospital do Coração), em São Paulo, explica que todo processo de luto tem um começo, um meio e um fim.

“Diversas reações emocionais são despertadas [com a morte de alguém], como tristeza, ansiedade, culpa e raiva. Isso é muito comum. A pessoa também pode, num primeiro momento, querer se isolar do convívio social. Em relação às alterações físicas, podem ocorrer sudorese, palpitação e fraqueza, já que o corpo fica sob estresse. A reação varia de pessoa para pessoa, mas não há como evitar o processo de luto.”

Todo mundo se pergunta quanto tempo esse processo vai durar. Segundo a psicóloga, é bastante comum ouvir a queixa: “faz tanto tempo que fulano faleceu e a esposa ainda não superou a perda”. Na verdade, não existe um tempo certo para superar a perda de alguém, isso depende de cada pessoa, do modo como ela enfrenta e aceita a situação. Para alguns pode demorar meses, para outros, anos.

“O primeiro ano após a perda é o mais difícil, porque é nesse ano que ocorrem todos os primeiros aniversários sem a pessoa próxima. Isso não significa que seja necessário um ano exato para superar a morte. Um processo de luto é bem sucedido e finalizado quando a pessoa consegue superar a perda e seguir em frente. Não é que ela vai esquecer a pessoa, pois as lembranças e a ausência continuarão. Entretanto, a perda não vai mais ocupar um lugar de destaque [na vida dela]”, explica a psicóloga.

Quando por algum motivo o indivíduo não consegue passar por essa fase, ele entra no chamado “luto complicado”. Geralmente, isso acontece com pessoas que perderam entes de maneira abrupta, como em acidentes, tragédias e casos de suicídio e na morte precoce de um filho. “Nesses casos, todo pensamento e ato estarão associados à perda, a pessoa não consegue se desligar. Ela deixa de realizar as atividades costumeiras, como ir ao trabalho e ao supermercado. O problema é que, diante de um enlutado crônico, muitas vezes as pessoas querem medicá-lo para sanar os sintomas quando, na verdade, ele precisa ser ouvido”, completa a médica.

Em contrapartida, há aqueles que agem como se nada tivesse acontecido e, alguns dias depois da morte, voltam a trabalhar e lotam a agenda de compromissos. Mas, ainda segundo a especialista, indivíduos que agem assim, na verdade, precisam de cuidados especiais, pois ocupar-se excessivamente é uma maneira de fugir do problema.

“É uma forma de luto inibido. A pessoa não manifesta as formas de reação mais frequentes, como tristeza e raiva. Ou, então, de luto adiado, quando a pessoa só começa a se dar conta da perda depois de uns quinze dias”, diz Batista.

Aqueles que têm algum familiar ou amigo muito doente podem começar a vivenciar o processo de luto antecipatório, antes da morte do ente. “Dependendo do caso, esse pode ser um fator de proteção para que o familiar, de repente, não entre num luto complicado. Porque as perdas progressivas vão acontecendo num intervalo de tempo considerável e assim ele vai se acostumando com a ideia de não ter mais aquela pessoa ao lado”, esclarece.

Em relação às cinco fases do luto (negação, raiva, barganha, depressão e aceitação), que já foram amplamente divulgadas, a psicóloga esclarece que é difícil enquadrar o paciente em uma delas, pois às vezes ele pode passar por todas as fases ao mesmo tempo ou simplesmente não passar por nenhuma.

Fonte:

http://drauziovarella.com.br/

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AFASTAR-SE DE PESSOAS CONFLITIVAS MELHORA A SAÚDE E A ALMA

Sério, afastar-se de conflitos aumenta a nossa saúde física e emocional. Algumas pessoas nos cansam, nos sugam energia e aniquilam nossa capacidade de reação. Elas são verdadeiras destruidoras da nossa saúde e paz interior, adoecem nossa capacidade emocional e distorcem nossas sensibilidades.

A verdade é que ao longo do tempo, passamos a desconhecer muitas pessoas que pensávamos conhecer, e percebemos que vivemos sujeitos às suas exigências, sua conversa, seu comportamento e, especialmente, suas emoções tóxicas.

Essas pessoas não sabem como respeitar e considerar os outros, e os utilizam como marionetes de seu mau caráter e alvos de conflitos externos e internos. Elas não vivem e deixam viver e, portanto, impedem o desenvolvimento e crescimento pessoal dos que as rodeiam.

“Podem fazer isso de forma consciente ou não, mas é evidente que nos afogam e intoxicam, nos fazendo sentirmos vulneráveis, que fiquemos com raiva facilmente ou que desejemos fugir e abandonar tudo.”

Obviamente, embora fosse mais adequado, nem sempre podemos nos afastar fisicamente destas pessoas, pois podem ser da família ou colegas. No entanto, se tivermos a possibilidade de tomar distância física, é a medida mais adequada para cuidarmos de nossa saúde.

No entanto, podendo ou não fazê-lo, o importante é conseguir um distanciamento emocional. Então, o melhor a fazer é começarmos a ter a força para nos mantermos fora de sua capacidade de ação, não permitindo influenciem nosso comportamento.

Como podemos nos distanciar emocionalmente de alguém que nos fere?
Se tem alguém em sua vida que te machuca, você pode jogar com a vantagem da antecipação, porque sabe que suas reações ou intenções se tornarão mais previsíveis.

A este respeito, deve-se enfatizar o que mencionamos acima, talvez as pessoas ao nosso redor não queiram criar mau ambiente, mas não sabem se relacionar com o meio ambiente de outra forma.

Ou seja, pare de dar importância ao que essas pessoas fazem e focar-se nos problemas que estão te criando, assim terá mais oportunidades de crescimento e parará de minar sua força e autoestima.

Por estas razões, temos que jogar com as expectativas. Esperamos tanto dos outros que somos incapazes de aceitar a realidade como ela é. Isto gera desapontamentos e desilusões, alimentando uma atmosfera na qual é muito difícil respirar.

“Manter perspectiva nos ajudará a alcançar certa indiferença e desceremos dessa montanha-russa emocional, nos separando de nossas preocupações e liberando nossas inseguranças e reações desproporcionais.

A ideia é iluminar nossas mentes e expor nossos pensamentos e emoções sem medo das consequências, quando chegar a hora. Isto terá um resultado tão rápido e direto quanto satisfatório: nossos problemas irão diminuir e poderemos viver em paz.”

Quando nos afastamos da dor, nos aproximamos da felicidade
Afaste-se do medo e aproxime-se da indiferença. Não se machuque tentando manter uma boa impressão sobre os outros ou pensando que sempre têm boas intenções.

Dizem que quando alguém tem a intenção de prejudicar-nos, o melhor desprezo que podemos fazer é não dar apreciação; ou seja, não deixar que minem a nossa autoestima e ignorar as mensagens negativas.

Ambientes tóxicos e conflitantes têm uma capacidade de contágio devastadora para a nossa saúde. Quanto mais tomarmos distância mais emocional deles, melhor nos sentiremos.

“A vida é muito curta para viver em angústia. Assim, ame as pessoas que te tratam bem e distancie-se daquelas que não o fazem. Sem arrependimentos.”

Traduzido pela equipe de O Segredo

Fonte: La Mente es Maravillosa

Fonte nacional:
https://osegredo.com.br/2015/08/afastar-se-de-pessoas-conflitivas-melhora-a-saude-e-a-alma/

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Somos passageiros de uma viagem curta

Deveríamos aprender com a complexidade da natureza, com sua beleza, paz e harmonia, agir com o vigor dos ventos e sua força, essa força que toca as folhas das árvores fazendo-as soltar-se e ir ao solo para então adubar tudo em sua volta e assim germinar a vida.

Assim nesse ciclo perfeito vemos que aprender sempre é útil, na verdade é necessário para nosso espírito, pois a matéria é volátil, perecível e fraca... Ela não acompanha essa essência da vida, como as folhas das árvores ela seca, envelhece e morre, mas é útil para nos mostrar que não somos perfeitos e muito menos eternos, que somos um sopro repentino entre dois pontos no tempo, o nascer e o morrer, por isso a necessidade de nesse curto espaço de tempo sermos como as árvores, harmoniosas, firmes e frondosas, devemos estar sempre regando e adubando nossa árvore da vida, que é o nosso espírito. Fazer o bem, tentar praticá-lo e nos elevar-mos ao mais alto nível de paz, seja na religião, nos elementos da natureza, nas atitudes positivas e no caminhar da nossa estrada.

Para todos e todas posso dizer que as atitudes aqui nesse plano é o simplificar do nosso caráter, sejamos retos e fortes, que nossas raízes atinjam os mais profundos níveis do solo da vida, que possamos gerar sombra e frutos sadios, nessa passagem não caminhamos só, portanto, não sejamos egoístas, existem tantos outros e outras que necessitam de nós, então deixe que sua sombra se expanda para assim abrigar o máximo de outras vidas abaixo de ti, seja sereno e confiável, forte ao ponto de suportar as mais fortes tempestades, o mais forte e intenso calor, o frio congelante do inverno, a seca do outono, mas não se permita desistir da vida, ela é como o fogo que se não for abastecido com combustível se apagará, mas se souber-mos, levaremos para a eternidade nossa história e nossa semente ficará para assim germinar e se perpetuar por tantas outras gerações.

Texto:

Alexandre Veiga.

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12 hábitos para reduzir o risco de Alzheimer

Por que algumas pessoas desenvolvem sintomas a demência e outras não? Até certo ponto, a genética constitui um fator importante: algumas pessoas têm o infortúnio de herdar genes de alto risco associados à doença. Mas esse não é o único determinante. Pesquisadores já identificaram muitos fatores cruciais de estilo de vida que moldam a saúde de nosso cérebro, em especial na idade avançada. Alguns deles – como dieta saudável – provavelmente ajudam a retardar o acúmulo de material tóxico que pode danificar a memória e o pensamento crítico.
Confira alguns hábitos que podem reduzir o risco de perda da cognição e desenvolvimento de Alzheimer, segundo resultados de estudos recentes:

• Fazer exercícios físicos com regularidade

• Incluir na rotina atividades como leituras e jogos que exijam raciocínio

• Investir no aprendizado do um segundo idioma e nas aulas de música

• Manter e fortalecer e vínculos sociais

• Aprender técnicas de visualização e relaxamento para fugir do estresse

• Valorizar o que é bom

• Evitar reclamar do que não pode ser mudado

• Evitar o convívio com pessoas amarguradas (emoções são contagiosas)

• Procurar ter atitudes condizentes com o que deseja para a própria vida

• Fazer planos, estabelecer metas e empenhar-se em atingi-los

• Tratar bem seu coração: o que é bom para ele, é bom para o cérebro

• Consumir diariamente frutas frescas, verduras, legumes e peixes

Fonte: http://www.minutopsicologia.com.br/postagens/2016/08/15/12-habitos-para-reduzir-o-risco-de-alzheimer/

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sábado

A pedra que desvia o rio...

Lá em sua nascente, singelo, frágil, apenas um filete de água brotando do solo, tantos outros encontros no caminho, e de pequeno tornasse imenso, imponente e belo...
O som da água que passa pelas brechas da terra, o toque das folhas que caem das árvores e de todos os seres que matam a sua sede em sua correnteza o transforma em algo essencial para tudo;
Nesse percurso o encontro é inevitável, algo tão poderoso quanto sua própria água... Uma pequena pedra fincada no caminho, rígida e determinada a traçar uma nova história, e a partir daquele ponto, nada mais será a mesmo...

Já parou para avaliar como foi rápida sua trajetória até esse momento? Um flash de pequenos segundos, apenas um piscar de olhos que nos impulsiona todo momento a fazer novas descobertas, e essa vida é como o percurso de um rio, começa singelo e frágil, mas com o passar do tempo vai tornando-se robusto e intenso, com grandes ou pequenos obstáculos, momentos de baixa e outros de cheia, instantes de passagens estreitas e outras largas, digamos que como uma pedra no rio, alguns acontecimentos na nossa vida deixam de existir ou apenas se tornam reais por um simples desvio, um olhar, gesto, atitude. Algo que não havia mais, hoje está presente, talvez algo que houvera existido e que volta a tona, um aroma, coincidências, novas vivencias. Tantos atributos em um espaço de tempo curto e intenso, uma vida que assim como um rio que teve seu desvio traçado e daquele momento em diante tudo que era passado ou monótono torna-se vivo, novo, fascinante e majestoso, ou apenas ruim, sem graça, cor, entusiasmo.

São diversas as formas de se viver, e tudo só depende das escolhas que fazemos, as pedras que encontramos pelo caminho são colocadas para nos testar e para saber se realmente somos capazes de desviar-se delas, empurra-las, ou simplesmente parar e não encontrar espaço para seguir adiante, somos força e energia que por vários instantes estão quase que inexistentes, mas como é da natureza humana, sempre há algum motivo para erguer-se outra vez, e quando não há, fechamos os olhos e tudo se apaga, toda a luz que havia desaparece e que outra vida surja para um novo ciclo. Mas saibam que assim como em sua palma da mão, naquele ponto próximo ao seu pulso onde os caminhos se desviam, em seu rio surgirá sua pedra e não caberá a você definir a rota a seguir, já está traçado e nada poderás fazer para que isso não aconteça, aceite e siga o ritmo da vida, esforce-se e contemple o novo, aprenda a tirar proveito de tudo que surge, é a melhor maneira de aprender, só sejamos cautelosos com tudo isso, saiba que o caminho é novo e desconhecido, portanto é necessário ser prudente, pois com o novo também surge decepções e sentimentos ruins, mas sejamos positivos e que nossa correnteza nos deixe naquele lago de águas tranquilas e serenas, no lugar onde possamos deitar e olhar para as estrelas em toda sua imensidão, mas que dali saia tudo de bom, e feche seus olhos por uns segundos e sinta a suavidade da brisa que toca sua pele, lembre-se dos momentos que passou e saiba que este é o lugar de derramar tudo de ruim, tudo que não nos trouxe o bem...

Sentiu? Se não, ainda não é o momento certo, mas se sentiu algo prazeroso de dentro para fora, então viva, sinta e saiba que a pedra que desviou o percurso do seu rio lhe deixou em um excelente lugar, em um novo momento a ser vivido e que desse instante por diante haverá de chegar novas vivencias e experiências, que elas possam tornar essa vida em algo grandioso, não só o novo, mas em algo inesquecível!


Alexandre Veiga

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A saúde da mente pode evitar doenças

A neurociência
vem descobrindo que a saúde mental proporciona melhor qualidade de vida orgânica para o ser humano. Avanços recentes na Neuropsicologia comprovam o que há muito já se sabia: a mente tem um poder incrível sobre o corpo. No texto Depressão Social traço uma análise de como aspectos sociais acabam influenciando psicologicamente uma pessoa.
A cada dia cientistas descobrem que a mente e o corpo estão interligados de uma tal forma que a saúde da mente pode se refletir sobre o corpo do ser humano, de modo a proporcionar saúde, bem estar e evitar doenças. Mente e corpo não estão separados, antes sim, estão em íntima influência recíproca.

Alguns mecanismos emocionais reprimidos influenciam fisiologicamente no organismo de modo a disparar mecanismos de adoecimento, que nada mais são do que formas defensivas do organismo contra a realidade e contra os conflitos internos. O adoecer se torna, portanto, uma forma de lidar com a realidade externa e interna do organismo.

Males como estresse, problemas de coração, obesidade, problemas endocrinológicos, alergias, acidentes vascular cerebral, disfunções respiratórias, algumas dores crônicas, alguns cânceres, doenças intestinais e outros mais como transtornos ansiosos, transtornos do pânico, problemas de aprendizagem, tiques nervosos, etc. em alguns casos poderiam ser evitados com uma boa Psicoterapia.

As evidências do poder da mente sobre o corpo já são um fato comprovado. O que ainda falta esclarecer são os mecanismos sobre os quais operam essa relação. Autores como Freud e outros Psicólogos e Psicanalistas apontavam há muito para a influência da mente sobre a saúde do corpo.

O único quesito que ainda impossibilita as pessoas de gozarem desse avanço científico está situado na própria cultura. Infelizmente pessoas com problemas psicológicos sérios, traumas e conflitos psicológicos danosos não procuram um psicólogo relatando não serem ‘malucos’. Um equivocado preconceito evita a população de procurar um psicólogo e tomar medidas profiláticas e medidas psicoterapêuticas.

O pesquisador cardiologista da Universidade de Harvard, Dr. Herbert Benson, autor do livro Medicina Espiritual, relata em pesquisas conduzidas por ele que, em média, 60% das consultas médicas poderiam ser evitadas, caso as pessoas usassem sua capacidade mental para combater naturalmente tensões que são causadoras de problemas físicos.

Mas infelizmente, esse quadro apontado pelo Dr. Herbert Benson continua a aumentar e o preconceito contra as psicoterapias ainda permanece o mesmo. Poucas pessoas procuram por psicoterapia, mesmo quando conscientes de que precisam. Dessa forma, só criam uma bola de neve cada vez maior para o seu problema que pode desembocar num a doença orgânica em alguns casos.

Talvez o grande reclame dos psicoterapeutas sobre mercado saturado esteja na explicação sobre a forma de a população estabelecer relações com o próprio corpo: sempre observando o corpo como portador de uma doença que se localiza somente no organismo, sem interferências psicológicas. O que via ciência sabemos ser um equívoco.

Assim os pacientes evitam entender as influências psicológicas para os transtornos orgânicos e até mesmo evitam procurá-las, sustentando uma forma de preconceito que deve ser combatida pelos psicoterapeutas e todos os profissionais da área de saúde com seus respectivos conselhos federais.

A medicina psicossomática (que estuda as influências da mente para o desenvolvimento de doenças) preocupa-se com as relações entre o biológico, o psicológico e social. Preocupa-se em entender o ser humano em suas dimensões compostas por um corpo físico, uma subjetividade singular e um contexto histórico e social onde está inserido. Nesse sentido, o adoecer é um fenômeno que deve ser entendido nessas esferas do viver humano.

Portanto, para o bem-estar integral o paciente deve compreender-se como um ser portador de uma psique e um organismo inseridos numa cultura dada de relações sociais com significados específicos. É na conexão desses fatores que se estabelece o adoecer. Dessa forma, a cura do corpo deve ser buscada com ajuda da psicoterapia naquilo que for de seu alcance teórico.

Cabe aos pacientes procurarem ajuda psicoterapêutica de maneira preventiva ou terapêutica despindo-se de preconceitos danosos e cabe aos profissionais de saúde apontarem os benefícios múltiplos da saúde psicológica para o bem estar físico da população.

Fonte:

http://www.minutopsicologia.com.br/postagens/2015/10/06/a-saude-da-mente-pode-evitar-doencas/

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